Igor Gadelha

Coordenador de Flávio, Rogério Marinho tem sinalizado a partidos que candidato não quer indicação de nomes "radicais" para futuro governo

Gustavo Zucchi

07/10/2026 05:00

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), o senador Rogério Marinho (PL-RN) tem sinalizado a siglas do Centrão e da direita um veto à indicação de nomes radicais para compor um futuro governo.

Em conversas com caciques desses partidos nos últimos dias, segundo apurou a coluna, Marinho indicou que Flávio prefere a indicação de quadros técnicos e políticos, e não de nomes mais ideológicos.

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O senador Rogério Marinho
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
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Reprodução/YT
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Senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ)
KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
Interlocutores do candidato do PL afirmam que não faria sentido ele ter ministros de perfil mais radical, na medida em que o próprio Flávio se vende como um presidenciável mais moderado que o pai, Jair Bolsonaro.
Em 2019, Bolsonaro nomeou para seu governo ministros considerados “radicais”. Entre eles, Ernesto Araújo, no Itamaraty, e Abraham Weintraub, no Ministério da Educação. A postura afastou o Centrão do governo.
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Nomes cotados
Por enquanto, Flávio só anunciou quem será seu ministro da Saúde. O escolhido foi o médico Cláudio Lottenberg. Segundo aliados, não há qualquer outro nome definido, até porque o senador ainda precisa vencer o segundo turno.
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Já há, porém, nomes cotados. Ronaldo Caiado (PSD), por exemplo, é citado como possível ministro da Segurança Pública. Marcelo Kayath e Roberto Campos Neto, por sua vez, são citados como opções para a Fazenda.
Nos bastidores, ainda é falado o nome do economista Adriano Pires, que foi colaborador da campanha para a área de Minas e Energia. Para Agricultura, nomes como Pedro Lupion (Republicanos) e Mauro Mendes (União) são citados.


